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domingo, 6 de maio de 2012

Paralisia do Sono - Quando seus pesadelos se tornam realidade



Paralisia do Sono - Quando seus pesadelos se tornam realidade

Você Já ouviu falar em “paralisia do sono”?  Talvez não com este nome, mas provavelmente já se deu conta de estar passando por este processo. Há algum tempo passei por situações deste tipo e resolvi pesquisar sobre o assunto. Na verdade não sabia ainda qual a nomenclatura dada ao fenômeno nem como se justificava seu acontecimento. Resolvi publicar aqui no blog pois acho um assunto muito interessante e sei que muitos também o acharão. 

"Você está dormindo em sua cama… de repente, acorda, mas, para sua surpresa, não consegue se mexer… “o que está acontecendo?” você pensa, enquanto olha para seu corpo, imóvel na escuridão do seu quarto.

Enquanto isso acontece, você nota algo diferente. Então percebe: não está sozinho.  Pior, uma presença com forma humana esmaga seu peito. E ela é má. Você acordou no mundo dos sonhos, e não há nada que possa fazer a respeito."


Paralisia do Sono
The Nightmare, por John Henri Fuseli


A cena acima é assustadora, adaptada de um artigo narevista Wired e a citação anterior do Science Blogs.  Não foi retirada de algum script de filme de terror, trata-se da descrição padrão de uma condição médica real: a Paralisia do Sono.

 Existem diversas explicações que tratam do fenômeno da paralisia do sono.

O espiritismo explica a “Paralisia do sono” como sendo uma “projeção” do espírito para fora do corpo, chamada pela doutrina de desdobramento, mantendo-se ambos conectados por uma espécie de“cordão de prata”. É extremamente comum acontecer isto quando estamos muito cansados e“cochilamos”. Diferenciar se está sonhando ou se está vivenciando uma experiência extra-corpória é complexo. Muitos crêem em uma super viagem ao mundo astral. Em,"O livro dos espíritos"( cap. VIII), o sono é uma necessidade fisiológica do corpo, mas o espírito não precisa desse descanso e enquanto o corpo relaxa, o espírito, levemente se desprende da matéria, tendo a possibilidade de se contatar com o mundo espiritual.

Já para a ciência, a Paralisia do Sono é caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer. Também é conhecida como Atonia REM por estar diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do nosso sono REM, a fase do sono em que ocorrem nossos sonhos mais vívidos. Durante esta fase os olhos movem-se rapidamente (em Inglês, rapid eye movement) e a atividade cerebral é similar àquela que se passa nas horas em que se está acordado.

O Nosso cérebro paralisa os músculos durante essa fase do sono para prevenir possíveis lesões pelo fato de algumas partes do corpo poderem se mover durante o sonho (principalmente ao sonharmos que estamos caindo ou quando damos uma porrada na parede) e para evitar que a gente saia andando por aí durante o sono. Quando acordamos subitamente o cérebro pode “não perceber” e o estado de paralisia não é desativado.

A consequência é previsível, como resultado, a pessoa fica consciente mas incapaz de se mover. Para piorar o cenário de desespero esse estado pode ser acompanhado pelas chamadas alucinações hipnagógicas, que envolvem imagens e sons, características dessa condição.

Dica: Nunca entre em pânico. Os sonhos lúcidos ocasionalmente produzem experiências desagradáveis, como a sensação de uma atmosfera pesada ou uma presença ameaçadora. E despertares falsos são comuns - você pensa que acordou completamente, mas percebe que não consegue se mexer. Isso acontece porque você ainda está sob o efeito da paralisia do sono. Lutar contra a sensação é inútil e pode fazer com que você sinta como se estivesse sufocando. Em vez isso, relaxe lembre-se de que está tendo um despertar falso e flutue de volta para seu mundo dos sonhos, e tente observar o seu redor os movimentos, ou até mesmo as cores do seu quarto e assim que acordar tente ver se era mesmo o que você observou.

Fontes: Science Blogs  e wikipedia

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Carta do Cacique Seattle

Na Época em que estava cursando a faculdade conheci esse texto. É sem dúvida alguma, um dos mais belos e profundos pronunciamentos em favor do Meio Ambiente e da Natureza que eu já tenha lido. Resolvi publicár aqui no Blog, o texto reproduzido na íntegra, para que esta carta continue sempre sendo propagada e nos faça refletir sobre a Natureza e o nosso papel no meio em que vivemos.

Há mais de um século e meio, em 1855, o cacique Seattle, chefe da Tribo Suquamish, no Estado de Washington, costa Oeste dos Estados Unidos, enviou esta carta ao presidente Franklin Pierce, em resposta a uma oferta de compra de uma grande área do território indígena, prometendo em contrapartida uma "reserva" para os índios. As reflexões do líder Suquamish continuam sendo propagadas e ainda têm uma surpreendente atualidade.

“O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. É uma atitude gentil da parte dele, pois sabemos que não necessita da nossa amizade. Vamos pensar na oferta. Sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e se apossará dela. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas: não perdem o brilho.

Mas como é possível comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia é estranha para nós. Não somos donos da pureza do ar e do brilho da água. Como alguém pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas do nosso tempo. Cada parte da terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, cada praia de areia, cada floco de neblina nas florestas escuras, cada clareira, cada inseto a zumbir são sagrados na memória e na esperiência do meu povo.

A energia que flui pelas árvores traz consigo a experiência do meu povo, a memória do homem vermelho. Os mortos do homem branco se esquecem da sua pátria quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos nunca se esquecem desta bela Terra, pois ela é a mãe do homem vermelho.
Somos parte da Terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os cervos, o cavalo, a grande águia, estes são nossos irmãos. Os picos rochosos, as seivas nas campinas, o calor do corpo do pônei, e o homem, todos pertencem à mesma família.
 
Assim, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que quer comprar nossa terra, ele pede muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que reservará para nós um lugar onde poderemos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Então vamos considerar sua oferta de comprar a terra. Mas não vai ser fácil. Pois esta terra é sagrada para nós.
 
A água brilhante que se move nos riachos e rios não é simplesmente água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vendermos a terra para vocês, vocês devem se lembrar de que ela é o sangue sagrado de nossos ancestrais. Se nós vendermos a terra para vocês, vocês devem se lembrar de que
ela é sagrada e vocês devem ensinar aos seus filhos que ela é sagrada e que cada reflexo do além na água clara dos lagos fala de coisas da vida de meu povo.
 
O murmúrio da água é a voz do pai de meu pai. Os rios nossos irmãos saciam nossa sede. 
Os rios levam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra para vocês, vocês devem lembrar-se de ensinar aos seus filhos que os rios são irmãos nossos, e de vocês,
e consequentemente vocês devem ter para com os rios o mesmo carinho que têm para com seus irmãos.  

Nós sabemos que o homem branco não entende nossas maneiras. Para ele um pedaço de terra é igual ao outro, pois ele é um estranho que chega à noite e tira da terra tudo o que precisa. A Terra não é seu irmão, mas seu inimigo e quando ele o vence, segue em frente. Ele deixa para trás os túmulos de seus pais, e não se importa. Ele seqüestra a Terra de seus filhos, e não se importa.
O túmulo de seu pai e o direito de primogenitura de seus filhos são esquecidos. Ele ameaça sua mãe, a Terra e seu irmão, do mesmo modo, como coisas que comprou, roubou, vendeu como carneiros ou contas brilhantes. Seu apetite devorará a Terra e deixará atrás de si apenas um deserto.

Não sei. Nossas maneiras são diferentes das suas. A visão de suas cidades aflige os olhos do homem vermelho. Mas talvez seja porque o homem vermelho é selvagem e não entende. Não existe lugar tranqüilo nas cidades do homem branco. Não há onde se possa escutar o abrir das folhas na primavera, ou o zumbir das asas de um inseto.  Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não entendo.

A confusão parece servir apenas para insultar os ouvidos. E o que é a vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de um corvo noturno ou as conversas dos sapos, à noite, em volta de uma lagoa. Sou um homem vermelho e não entendo. O índio prefere o suave sussurro do vento lançando-se sobre a face do lago, e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva de meio-dia ou perfumado pelos pinheiros.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham e respiram o mesmo ar: a fera, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo ar. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo há dias esperando a morte, ele é insensível ao mau cheiro.

Mas se vendermos nossa terra, vocês devem se lembrar de que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seus espíritos com toda a vida que ele sustenta. Mas se vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la separada e sagrada, como um lugar onde mesmo o homem branco pode ir para sentir o vento que é adoçado pelas flores da campina.

Assim, vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Se resolvermos aceitar, eu imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não entendo de outra forma. Vi mil búfalos apodrecendo na pradaria, abandonados pelo
homem branco que os matou da janela de um trem que passava. Sou um selvagem e não entendo como o cavalo de ferro que fuma pode se tornar mais importante que o búfalo, que nós só matamos
para ficarmos vivos.

O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão do espírito. Pois tudo o que acontece aos animais, logo acontece ao homem.
Todas as coisas estão ligadas.

Vocês devem ensinar a seus filhos que o chão sob seus pés é as cinzas de nossos avós. Para que eles respeitem a terra, digam a seus filhos que a Terra é rica com as vidas de nossos parentes.
Ensinem as seus filhos o que ensinamos aos nossos, que a Terra é nossa mãe. Tudo o que acontece à Terra, acontece aos filhos da Terra. Se os homens cospem no chão, eles cospem em si mesmos.
Isto nós sabemos, a Terra não pertence ao homem, o homem pertence à Terra. Isto nós sabemos.
Todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Todas as coisas estão ligadas. Tudo o que acontece à Terra, acontece aos filhos da Terra.

O homem não teceu a teia da vida, ele é meramente um fio dela. O que quer que ele faça à teia, ele faz a si mesmo. Mesmo o homem branco, cujo Deus anda e fala com ele como de amigo para amigo, não pode ficar isento do destino comum. Podemos ser irmãos, afinal de contas.
Veremos.

De uma coisa nós sabemos, que o homem branco pode um dia descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Julgam, talvez, que podem ser donos Dele da mesma maneira como desejam possuir nossa terra. Mas não podem. Ele é Deus de todos. Ele é Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para com o homem vermelho quanto para com o branco. A Terra é preciosa para Ele, e danificar a Terra é demonstrar desprezo por seu criador.

Os brancos também passarão, talvez antes de todas as outras tribos pois continua sujando sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos.  Mas em seu desaparecimento vocês brilharão com intensidade, queimados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e para algum propósito especial lhes deu domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho.

Esse destino é um mistério para nós, pois não entendemos. Depois de abatido o último búfalo e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os bosques? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça. É o fim da vida e o começo da sobrevivência.

Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos que esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, que visões do futuro oferece para que possam tomar forma os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são desconhecidos para nós. E por serem desconhecidos, temos que escolher nosso próprio caminho.

Se concordarmos com a venda é para garantir as reservas que foram prometidas. Lá talvez possamos viver nossos últimos dias. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem sobre as pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. 

Se vendermos nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca se esqueçam de como era a terra quando tomaram posse dela. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos e ama-a como Deus ama a todos nós. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino.”

Veja o site oficial da Reserva Indigena da Tribo Suquamish

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Um Pequeno Gesto, uma Grande Ajuda - Doe Notas Fiscais

Instituto Manoel Philomeno de Miranda - Doe Notas Fiscais
Campanha Doação de Notas Fiscais - Instituto Manoel Philomeno de Miranda (IMPM)

terça-feira, 27 de março de 2012

Reza - Rita Lee



A música de Rita Lee e Roberto de Carvalho, lançada em março caiu na rede e tem deixado muita gente repetindo o refrão principal o dia inteiro. Atrás dessa canção, tem uma história: na realidade, não era para ser letra de música, mas uma oração que a cantora escreveu num papel e usava para fazer mentalizações.


Desde que está na Internet, o casal tem recebido mensagens de fãs que ficam ouvindo a música milhares de vezes, repetindo a letra, recitando a letra ao acordar e ao dormir, e creditam a isso certas graças que estão alcançando. Por exemplo: um rapaz de Nova York conseguiu o papel em uma peça de teatro que estava tentando há muito tempo, e o resultado da biópsia de uma menina do Rio, que estava sem muita esperança, veio negativo. “Parece que virou mesmo uma música patuá!”,

Acima um vídeoclipe não oficial da música publicado no youtube.

terça-feira, 13 de março de 2012

Suicídio nos Animais

Suicídio nos AnimaisSuicídio nos Animais - Transição Planetária

Contava o Morning-Post, há dias, a estranha história de um cão que teria cometido suicídio. O animal pertencia a um Sr. Home, de Grinsbury, perto de Rochester. Parece que certas circunstâncias o tinham como suspeito de hidrofobia e que, por conseguinte, o evitavam e o mantinham afastado da casa o maior tempo possível. Ele parecia experimentar muito desgosto por ser assim tratado e, durante alguns dias notaram que estava de humor sombrio e magoado, mas sem mostrar ainda qualquer sintoma de raiva. Sexta-feira viram-no deixar o seu nicho e dirigir-se para a residência de um amigo íntimo de seu dono, em Upnor, onde recusaram acolhê-lo, o que lhe arrancou um grito lamentável.

“Depois de esperar algum tempo diante da casa, sem lhe darem entrada, decidiu partir e viram-no ir para o lado do rio, que passa perto de lá, descer a barranca com passo deliberado; depois, voltando-se soltou uma espécie de uivo de adeus, entrou no rio, mergulhou a cabeça na água e, por volta de um ou dois minutos, reapareceu à tona, sem vida.

“Este ato de suicídio extraordinário, segundo dizem, foi testemunhado por grande número de pessoas. O gênero de morte prova claramente que o animal não estava hidrófobo.

“Tal fato parece muito extraordinário. Sem dúvida encontrará incrédulos. Não obstante, diz o Droit que não lhe faltam precedentes.

A história nos conservou a lembrança de cães fiéis, que se deram a uma morte voluntária, para não sobreviverem ao seu dono. Montaigne cita dois exemplos, tirados da antigüidade: “Hyrcanus, o cão do rei Lysimachus, seu senhor morto, ficou obstinado sobre sua cama, sem querer beber nem comer, e no dia em que queimaram o corpo, correu e atirou-se ao fogo, onde foi queimado. Como foi também o cão de um tal Pyrrhus, porque não saiu de cima do leito do seu dono desde que este morreu; e quando o levaram, deixou-se levar e, finalmente, lançou-se na fogueira onde queimavam o corpo de seu dono”. (Essais, liv. II, cap. XII). Nós mesmos registramos, há alguns anos, o fim trágico de um cão que, tendo perdido a graça de seu dono, e não achando consolo, tinha se jogado do alto de uma passarela no canal Saint-Martin. O relato muito circunstanciado que então fizemos do caso jamais foi contraditado e não deu lugar a qualquer reclamação das partes interessadas”. (Petit Journal, 15/5/1866 - R. E. 1867)

Obs.: Não faltam exemplos de suicídio entre os animais. Como se disse acima, o cão que se deixa morrer de inanição pelo pesar de haver perdido o dono, realiza um verdadeiro suicídio. O escorpião, cercado por carvões acesos, vendo que não pode sair, mata-se. É uma analogia a mais a constatar entre o espírito do homem e o dos animais. A morte voluntária de um animal prova que ele tem consciência de sua existência e de sua individualidade; compreende o que é a vida e a morte, pois escolhe livremente entre uma e outra. Não é, pois, assim uma máquina, e não obedece, assim, exclusivamente a um instinto cego, como o supõem. O instinto impele a procura dos meios de conservação, e não de sua própria destruição.


REVISTA ESPIRITA JORNAL DE ESTUDOS PSICOLÓGICOS
COLETÂNEA FRANCESA PUBLICADA SOB A DIREÇÃO DE ALLAN KARDEC



Todo efeito tem uma causa.

Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente.

O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.


DÉCIMO ANO- 1867

http://www.paginaespirita.com.br/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Corpo, Mente e Espírito - Meditação e Relaxamento

Corpo Mente e EspíritoCorpo Mente e Espírito - Meditação e Relaxamento

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Transição Planetária





Transição Planetária - Divaldo Franco - Parte 1

Transição Planetária - Divaldo Franco - Parte 2


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